Juventude Clichê - Revista Eletrônica

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Fábio C.
32 anos de mudanças na Terra: imagens de satélite 1984-2016
Escrito por Fábio C.

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Juventude Clichê
De Bandeja
Escrito por Juventude Clichê

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Publicação original de The Wireless. Tradução de Catavento.
 
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Manoelle
Identidade Roubada
Escrito por Manoelle D'França

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Quando vi este novo tópico “Filmes & Livros” aqui no JC, enlouqueci! Vieram-me logo uns quinhentos livros e filmes à cabeça – mais livros, para ser sincera. Confesso que, tanto para livros quanto para filmes, eu sou fascinada por thrillers – e um drama bem elaborado também não cai mal. Em vista disso, vim dividir com vocês um dos livros que mais me prenderam e surpreenderam. O livro é o primeiro romance da escritora Chevy Estevens, e intitula-se Identidade Roubada – mas nada tem a ver com o filme do mesmo título. Eu tinha comprado este livro em meados do ano passado, e ficou lá, paradinho, naquela famosa lista “LPL” (Livros Para Ler) que todos nós conhecemos bem.

A obra conta a história de Annie O'Sullivan, uma jovem corretora independente e cheia de planos, que se vê perdida ao ser sequestrada por um homem que, para cometer tal crime, se passa por um de seus clientes. Ela passa intermináveis e miseráveis 365 dias nas mãos de um psicopata, que a submete diariamente a vários rituais doentios e a diversos tipos de crueldade, tanto física como emocionalmente. Além disso, a história é contada minuciosamente por ela mesma, após o infortúnio, em diálogos com sua psicóloga. Em vista disso, ao longo do livro, não só sentimos os monstruosos arrepios de sua convivência com aquele desconhecido, como também acompanhamos toda a sua luta para voltar a levar uma vida normal. Não dizendo muito, mas dizendo algo mais: a história envolve um grande segredo - proveniente de um acontecimento muito delicado, que pode ser considerado o maior fator responsável pelo estado traumático e lamentável em que a personagem se encontra. Recomendo muito! E paro minha resenha por aqui, senão acabo estragando aquele friozinho na barriga tão gostoso, que pega a gente antes de lermos um novo livro.

Sobre a minha reação ao ler: preciso dizer que o livro é forte, mexeu muito comigo, por isso acho válido que se esteja psicologicamente receptivo aos diversos acontecimentos chocantes – dessa vez eu não estava, fui pega completamente desprevenida. Quando você pensar que o sofrimento acabou... Vai por mim, você estará muito enganado. É um livro pequeno, pricipalmente para a intensidade do enredo, mas me prendeu de tal forma que li numa madrugada só – quando fui trabalhar, estava um completo lixo. A linguagem é bem informal e sem rodeios, o que de certa forma me surpreendeu, pois o assunto é todo um bocado complicado e delicado. Chevy Stevens é simples, direta e ferina.

Recomendo, recomendo e recomendo. Acredito que Identidade Roubada mexerá com vocês tanto quanto mexeu comigo.

Até mais e boa leitura!

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Manoelle
Âmago
Escrito por Manoelle D'França

wild flower1
Wild flower por Aleksej Polyvyanyj


Às vezes, onde selvagem vento sopra,
há mais calmaria que tempestade.
Onde não há batimentos,
é que o sentimento pulsa de verdade.
Onde um sorriso acorda,
é que a dor aflora.

Por vezes, quando se cala
é quando mais se tem a falar.
Quando se chora,
é que o sorriso mais deseja brotar.
Às vezes, quando se vê,
é quando menos se quer enxergar.

Em alguns momentos,
quando dizem ser impossível,
é quando mais se quer alcançar.
Quando alguém se perde,
nem sempre quer se encontrar.

Quando a estrutura desaba,
nem sempre há forças para reconstruir.
Mas quando o mundo parece estar se desfazendo
é que se começa a perceber
que mesmo dentre pedras
mudas podem florescer.

Manoelle D'França | Maphago

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Juventude Clichê
Twitter e Facebook são nossos pais digitais saciando a criança que existe em nós
Escrito por Juventude Clichê
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